ヴァネッサ
hiragana ゔぁねっさ ·
leitura aproximada vanessa
Sílaba por sílaba
-
va
ヴァ -
ne
ネ -
ssa
ッサ
Em katakana o nome fica com 4 unidades sonoras. Cada sinal é uma sílaba inteira, não uma letra: é por isso que a contagem não bate com a do português.
O que se perde no caminho: o V não existe no sistema japonês; ヴ é um remendo criado para nomes estrangeiros e boa parte da imprensa ainda prefere escrever com a fileira バ.
O ッ pequeno no meio não se pronuncia — ele segura a consoante seguinte por um tempo de sílaba, como a pausa de “ca-ppa”.
Na vertical
É assim que o nome apareceria escrito à mão, de cima para baixo.
Em kanji, pelo som (ateji)
和音ッ沙
| Sílaba | Kanji | Sentido |
|---|---|---|
| ヴァ | 和 | harmonia |
| ネ | 音 | som |
| サ | 沙 | areia fina |
Antes de tatuar, leia isto. Ateji é brincadeira caligráfica, não grafia
oficial. No Japão, nome estrangeiro se escreve em katakana — inclusive em documento. Os kanji
acima foram escolhidos pelo som e por terem sentido agradável; um japonês lendo isso entende
que é um estrangeiro brincando com a escrita, e não vai ler o seu nome ali. Se a ideia é
tatuagem, mostre antes para alguém que leia japonês.
De onde vem o nome Vanessa
Origem inventado: criado por Jonathan Swift no século XVIII.
No Brasil, década a década
| Década | Registros |
|---|---|
| até 1930 | 50 |
| anos 1930 | 70 |
| anos 1940 | 168 |
| anos 1950 | 640 |
| anos 1960 | 2.751 |
| anos 1970 | 29.620 |
| anos 1980 | 178.904 |
| anos 1990 | 139.947 |
| anos 2000 | 66.688 |
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.
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