ヴィセンチ
hiragana ゔぃせんち ·
leitura aproximada visenchi
Sílaba por sílaba
-
vi
ヴィ -
cen
セン -
te
チ
Em katakana o nome fica com 4 unidades sonoras. Cada sinal é uma sílaba inteira, não uma letra: é por isso que a contagem não bate com a do português.
O que se perde no caminho: o TI e o DI brasileiros já saem da boca como “tchi” e “dji”, e o katakana registra exatamente isso, com チ e ジ; o V não existe no sistema japonês; ヴ é um remendo criado para nomes estrangeiros e boa parte da imprensa ainda prefere escrever com a fileira バ.
O ン é a única consoante que fica sozinha numa sílaba japonesa; o -e final do português brasileiro soa [i], e o katakana segue a boca e não a letra.
Na vertical
É assim que o nome apareceria escrito à mão, de cima para baixo.
Em kanji, pelo som (ateji)
維星ン千
| Sílaba | Kanji | Sentido |
|---|---|---|
| ヴィ | 維 | vínculo |
| セ | 星 | estrela |
| チ | 千 | mil |
Antes de tatuar, leia isto. Ateji é brincadeira caligráfica, não grafia
oficial. No Japão, nome estrangeiro se escreve em katakana — inclusive em documento. Os kanji
acima foram escolhidos pelo som e por terem sentido agradável; um japonês lendo isso entende
que é um estrangeiro brincando com a escrita, e não vai ler o seu nome ali. Se a ideia é
tatuagem, mostre antes para alguém que leia japonês.
De onde vem o nome Vicente
Origem latino: Vincens, "aquele que vence".
No Brasil, década a década
| Década | Registros |
|---|---|
| até 1930 | 5.851 |
| anos 1930 | 13.969 |
| anos 1940 | 22.313 |
| anos 1950 | 28.226 |
| anos 1960 | 26.427 |
| anos 1970 | 13.173 |
| anos 1980 | 8.005 |
| anos 1990 | 4.587 |
| anos 2000 | 3.778 |
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.
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